Gabriela Rocha - Teu Santo Nome

Zé Neto e Cristiano lançam novo DVD: "É um divisor de águas na nossa carreira"

Dupla paulista lança o DVD "Um Novo Sonho" e ainda acredita na força dessa mídia: "As pessoas ainda gostam", diz Cristiano em entrevista ao iG
Há alguns anos, gravar um DVD é um dos maiores sonhos de consumo dos artistas brasileiros. Ter um show gravado e lançado em mídia física é uma espécie de validação da carreira dos músicos nacionais, e a dupla Zé Neto e Cristiano não foge à regra.
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Fonte: Gente - iG @ http://gente.ig.com.br/cultura/2017-05-19/ze-neto-e-cristiano-entrevista.html
Lançando o segundo DVD de sua carreira, "Um Novo Sonho", Zé Neto e Cristiano  comemoram o novo trabalho. "Foi uma gravação incrível, a gente ficou deslumbrado. A gente não esperava aquela grandeza", disse Cristiano, em entrevista por telefone ao iG , sobre o novo trabalho. "Foi um divisor de águas na nossa carreira", afirmou o cantor.
O show tem participações especiais de Marília Mendonça, Maiara & Maraísa e Henrique & Juliano. Cristiano não consegue escolher a parceria que ele mais gosta, mas afirma que todas são especiais. "A gente chamou quem está em ascensão e amigos nossos, e o resultado foi muito legal", disse o músico.
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Apesar do streaming já estar bastante difundido no Brasil, Cristiano acredita que gravar um DVD ainda é um marco na carreira de qualquer artista. "A importância diminuiu, mas as pessoas ainda gostam", avaliou. "Eu uso serviço de streaming no celular, mas faço questão de ter o CD físico para ouvir no meu carro", continuou.
Sucesso
O novo trabalho da dupla chega depois dos paulistas terem conquistado uma marca importante: a de música mais tocada nas rádios brasileiras em 2016, com  Seu Polícia . "A gente não imaginava isso. A gente sempre sonha, mas nunca sabe a proporção que as coisas vão tomar", confessou Cristiano sobre o sucesso.
Para ele, a dupla ainda não atingiu seu ápice. "A gente está em fase de crescimento e almeja muito mais, sempre quer mais", garantiu o cantor.
Ele ainda afirma que o sertanejo também tem muito para crescer. "O mercado não para de crescer, veio pra ficar mesmo. É um dos que mais tem durado", disse. O músico credita esse sucesso à volatilidade do gênero. "O sertanejo sabe respeitar os outros gêneros. Canta muito a identidade das pessoas. No show dá pra pular, dá pra sofrer", afirmou. "Você raramente vê um sertanejo falando mal do rock, funk, pagode ou samba. O sertanejo se reinventa, aparece com um pegada mais pop, mais reggaeton", continuou.
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Apesar de ser consciente de que o gênero pode perder espaço no futuro, Cristiano acredita que a música sertaneja continuará seu domínio no País. "Tudo pode ser passageiro, mas o tanto que os artistas trabalham garante que cada vez mais vai ficar melhor", afirmou. "É um mercado concorrido, todo mundo quer fazer melhor e o público sempre vai ganhar", disse.
Depois do DVD "Um Novo Sonho", Zé Neto e Cristiano não pretendem parar. "Vamos gravar outra coisa em breve, só não sabemos se será um disco ou outro DVD", antecipou Cristiano.
Link deste artigo: http://gente.ig.com.br/cultura/2017-05-19/ze-neto-e-cristiano-entrevista.html

FONTE: http://gente.ig.com.br/cultura/2017-05-19/ze-neto-e-cristiano-entrevista.html

A caminho dos 80, Martinho planeja CD de inéditas e é enredo de samba.

Revelado há 50 anos, ao defender o partido alto Menina moça em festival de 1967, Martinho da Vila vai festejar 80 anos de vida em 12 de fevereiro de 2018. Para celebrar a data, o cantor, compositor e músico fluminense planeja gravar álbum com músicas inéditas enquanto vira enredo de samba. O artista será homenageado pela escola de samba Unidos do Peruche. Situada na Zona Norte da cidade de São Paulo (SP), a agremiação desfilará com o enredo Peruche celebra Martinho – 80 anos do Dikamba da Vila.  O samba-enredo da escola para o Carnaval de 2018 é assinado pelo compositor Mauro Quintaes.

(Crédito da imagem: Martinho da Vila em foto de Leo Aversa)


Fonte: http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/caminho-dos-80-martinho-planeja-cd-de-ineditas-e-e-enredo-de-samba.html

Trem bala' entra no trilho com Luan para frear a gravação de padre Fábio.


Música de autoria da jovem paranaense Ana Vilela, cantora e compositora nascida em Londrina (PR) há 19 anos, Trem bala virou viral em 2016, tocando milhares de pessoas por conta dos versos que pregam a valorização do amor e da própria vida na alta velocidade do cotidiano. Tanto que a canção é o carro-chefe do recém-lançado 20º álbum de padre Fábio de Melo, Clareou (2017), editado via Sony Music. Para concorrer com a gravação do padre mineiro, a gravadora Som Livre repõe Trem bala no trilho fonográfico, neste mês de maio, em single duplo que traz dois registros acústicos da canção.

A primeira gravação traz somente a voz de Ana Vilela. Já a segunda adiciona a voz do cantor Luan Santana para tentar frear o registro de padre Fábio. O dueto de Luan com Vilela é feito no mesmo clima pop folk do registro original da música, que, desde que foi posta na web, já alcançou mais de dez milhões de visualizações no YouTube, dando inesperada projeção nacional a Ana Carolina Vilela da Costa. Trem bala é canção que evoca a simplicidade sedutora do repertório do primeiro álbum da cantora e compositora paulistana Maria Gadú.

(Crédito da imagem: capa do single Trem bala, de Ana Vilela)

FONTE: http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/trem-bala-entra-no-trilho-com-luan-para-frear-gravacao-de-padre-fabio.html

Angela canta Roberto e Erasmo em disco que traz voz imortal de Cauby.



Angela Maria completa 88 anos no próximo sábado, 13 de maio de 2017, com mais um álbum na discografia iniciada em 1951. Angela Maria e as canções de Roberto & Erasmo chega ao mercado fonográfico amanhã, um dia antes do aniversário da cantora fluminense. Como já explicita o título do disco produzido por Thiago Marques Luiz e editado pela gravadora Biscoito Fino, a Sapoti dá voz a músicas de autoria de Roberto Carlos, sendo nove compostas com Erasmo Carlos e somente uma assinada somente por Roberto. São canções compostas e lançadas nos anos 1960 e 1970, décadas áureas da produção autoral do Rei.


Cantor fluminense que teve o caminho profissional cruzado com o de Angela, a ponto de terem gravado vários discos juntos, Cauby Peixoto (1931 – 2016) é o convidado póstumo do álbum na canção Como é grande o meu amor por você (1967), a única música assinada somente por Roberto, tendo sido criada no breve período em que a parceria foi desativada por causa de briga entre os artistas. Além de Cauby,  Erasmo figura no disco como convidado de Sentado à beira do caminho (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969), única música do repertório que permaneceu mais associada ao Tremendão do que ao Rei.

O repertório do álbum Angela Maria e as canções de Roberto & Erasmo inclui Sua estupidez (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969), Não se esqueça de mim (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977), Desabafo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1979), Você em minha vida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976), Despedida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1974) e Jovens tardes de domingo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977), além de Eu disse adeus (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969) e O show já terminou (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1973) – músicas lançadas pelo Rei no 23º e no 27º volumes da série de coletâneas As 14 mais, respectivamente. Popular nos anos 1960 e 1970, a série de compilações da CBS costumava apresentar músicas inéditas não incluídas nos álbuns oficiais dos artistas.

(Crédito da imagem: capa do álbum Angela Maria e as canções de Roberto & Erasmo)

fonte: http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/angela-canta-roberto-e-erasmo-em-disco-que-traz-voz-imortal-de-cauby.html

Vanessa da Mata faz gravação ao vivo em nova casa de shows de São Paulo.

Sem lançar álbum desde 2014, ano em que apresentou o irregular CD Segue o som, Vanessa da Mata agendou gravação ao vivo audiovisual de show na programação da casa Natura Musical, que abre na cidade de São Paulo (SP), a partir de 11 de maio, tendo a cantora e compositora mato-grossense como uma das sócias. O registro ao vivo do show de Vanessa está programado para 26 e 27 de maio. O DVD sai no segundo semestre deste ano de 2017.

(Crédito da imagem: Vanessa da Mata em foto de divulgação de Marcos Hermes)

fonte: http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/vanessa-da-mata-faz-gravacao-ao-vivo-em-nova-casa-de-shows-de-sao-paulo.html

Partideiro bamba, Almir Guineto foi verdadeiro original do samba.

Partideiro da alta nobreza do samba, o cantor e compositor carioca Almir Guineto (12 de julho de 1946 – 5 de maio de 2017) sai hoje de cena aos 70 anos, deixando legado histórico nos morros, quintais e terreiros. Em 1985, Guineto reinou no ano em que o pagode carioca começava a se firmar como um dos donatários das paradas musicais. Naquele ano, Almir de Souza Serra lançou o terceiro álbum solo, Sorriso novo, emplacando sucessos como Insensato destino (Maurício Lins, Chiquinho e Acyr Marques) e Jibóia (Bombril e Vilani Silva).

Em 1986, ao lançar o álbum que trouxe os hits Mel na boca (Davi Correira) e Caxambu (Élcio do Pagode, Jorge Neguinho, Zé Lobo e Bidubi), Guineto bisou e ampliou o sucesso popular em ano em que somente outro rei do pagode, Zeca Pagodinho, ombreou o êxito do colega tijucano, diplomado nas quebradas do morro do Salgueiro.

Se Pagodinho era uma relativa novidade, tendo sido revelado em 1983 por Beth Carvalho, Guineto vinha demais longe no mundo do samba. Cria do Morro do Salgueiro, Guineto integrou na década de 1960 o grupo Os Originais do Samba. Foi nessa época que ajudou a inventar o banjo, instrumento essencial na receita de samba de outro grupo, o Fundo de Quintal, do qual Guineto foi um dos fundadores em 1980.

Guineto, contudo, não esquentaria lugar no Fundo de Quintal. Logo saiu do grupo e partiu para a carreira solo gravado o primeiro álbum,  O suburbano, em 1981, ano em que ganhou projeção individual ao defender o samba Mordomia (Ary do Cavaco e Gracinha) no festival MPB-Shell 81, exibido pela TV Globo. Neste primeiro álbum, Guineto emplacou o samba Saco cheio (Dona Fia e Marcos Antônio), regravado em 2014 pela cantora Maria Rita.

A partir da década de 1990, com a ascensão de grupos de pagode como Raça Negra e Só pra Contrariar, a geração do Fundo de Quintal ficou em segundo plano e perdeu a hegemonia nas paradas do samba. Parceiro de Guineto no sucesso Lama nas ruas, Zeca Pagodinho ainda se reergueu a partir de 1995, sob a batuta do produtor Rildo Hora, mas Guineto nunca mais obteve o mesmo sucesso da década de 1980. Até porque a voz rouca, de dicção muitas vezes incompreensível, foi sendo corroída por excesso de álcool e aditivos químicos.

Guineto ainda lançou álbuns com regularidade ao longo dos anos 1990, mas a discografia do artista acabou ficando espaçada a partir dos anos 2000. O último álbum, Cartão de visita, saiu em 2012, confirmando a veia do bamba. Mas não chegou a ser ouvido pelo povo que cultuava o partideiro nas rodas.

Se o mercado foi ficando refratário para Guineto, em parte por culpa do comportamento social do artista, os amigos nunca deixaram de reverenciar o sambista.  Mas os tempos eram outros. E Guineto também já era outro, tendo passado os anos 2000 no município paulista de Tupã (SP), onde foi buscar distância do álcool. A volta à cidade natal do Rio de Janeiro (RJ) aconteceu somente em 2011. E foi na cidade que nasceu, herdeiro do pai sambista Iraci de Souza Serra, que Guineto morreu na manhã de hoje, deixando o nome imortalizado nas rodas de samba em que versou com maestria.

fonte: http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/partideiro-bamba-almir-guineto-foi-verdadeiro-original-do-samba.html
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